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A farsa das classes sociais

A farsa das “classes sociais”


Há uma diferença gritante entre o discurso da militância pró-PT e dos partidos ditos “sociais” e o logos dos liberais, dos conservadores e daqueles com uma visão individualista do destino do homem através de suas escolhas.
Os primeiros, quando no poder e se tornando situação, gritam: “Chora, coxinha!”, “aceitem as urnas”, “agora vou rir da classe média tendo horror ao filho do pedreiro viajando de avião” (como se a reclamação de alguma pessoa no país ao PT fosse que ele está deixando os pobres muito ricos e ninguém gosta disso), “agora os reaças vão ter de fugir para Miami”, “Dilma sambou”, “Dilma lacrou”, dentre outros rios de comentários impublicáveis.
Já os liberais, conservadores e defensores da liberdade individual, desatrelando o destino humano de um plano de poder estatal, quando estão no poder, não gritam “chora, pobraiada!”, “vou rir da cara dos meus empregados e botá-los na rua”, “agora os petistas terão de fugir para Cuba” e afins, fora alguns casos isolados de psicopatia.
Isto se dá porque, ao contrário do que nossa educação, nossa imprensa e nossa cultura coletivista fazem crer, os liberais não são inimigos dos pobres – pelo contrário: muitos deles são pobres – e, sobretudo, liberais crêem no poder da iniciativa individual. Se há alguém que sofre com um governo liberal, este alguém é quem está ganhando muito sem produzir hoje – e quem faz isto tomando dos outros é quem vive de política. São os políticos e os parasitas da burocracia, portanto, os únicos de quem os liberais riem quando convencem a sociedade a seguir seu caminho.
Em outras palavras, nenhum trabalhador de fato tem algo a perder com uma aproximação ao liberalismo, ao contrário de toda a propaganda socialista travestida de “isenção” que é vista no país. Os liberais, afinal, querem os pobres se tornando ricos – e não os xingarão quando eles viverem com as próprias pernas, sem mais vender sua necessidade em troca de obediência eleitoral e poder político.
Já o militante da “política social” e seus partidos vermelhos vive de tomar o que outras pessoas produziram com o trabalho delas através de impostos, supostamente para corrigir a desigualdade, e portanto tem um horror visceral a qualquer idéia defendendo que as pessoas trabalhem e fiquem com o fruto de seu trabalho para si, e não nas mãos controladoras dos burocratas e dirigentes da sociedade.
Esta propaganda travestida de análise científica, portanto, falha graças a um de seus pressupostos mais basilares: tem uma fé cega na existência de “classes sociais” que, como já visto na teoria mais famosa da esquerda política, estariam em “luta” – e tal luta não apenas seria freqüente, como seria o próprio motor da história.
Esta teoria que tanto anima a esquerda é radicalíssima em sua essência. Entretanto, hoje fazem crer que ela está ultrapassada e não é mais usada, quando todo o jornalismo (não apenas o oficial), a academia e a cultura a seguem pari passu.
O problema se inicia no auto-reconhecimento. Como fazia sempre o diplomata José Osvaldo de Meira Penna a seus alunos em Brasília, urge primeiro descobrir a que classe a pessoa que afirma tal discurso pertence. Alguém que jura que existam classes sociais, que a análise da história, da sociedade e mesmo da consciência seja dependente de uma “classe” intransponível, deve, no mínimo, saber a que classe ele próprio pertence.
Os alunos de Meira Penna, quando interpelados com esta pergunta facílima, sempre escorregavam – ainda mais tentando macaquear a posteriori o ultrapassadíssimo linguajar do início da esquerda no séc. XIX. Consideravam-se “burgueses”, “aristocratas” ou até mesmo “proletários”, sem perceber que, na taxonomia forçada do criador do pensamento “classista”, eram da burocracia.
Para o pensador pai da esquerda radical, pertencer a uma classe social determina até mesmo nossas sinapses, valendo mais do que qualquer cultura, nacionalidade, criação, valor, vontade, história individual ou educação.
Tudo se resume a uma “consciência de classe” (Klassenbewusstsein) que analisa a inteireza do tecido da realidade pelo prisma de um “interesse de classe” – a classe burguesa tentando “explorar” a classe proletária, que só teria sua própria força de trabalho (e sua prole) para vender ao outro que ficaria com o produto do trabalho sem ter trabalhado.
Restaria então a tal proletário (ou camponês, embora não houvesse a crença no poder de mobilização do trabalhador do campo) retomar sua “consciência de classe” tomada dele pelo mecanismo da “alienação do trabalho”.
Toda a alienação viria da superestrutura e da infraestrutura da sociedade, que confundiriam o proletariado, fazendo-o acreditar que seus interesses são compatíveis com o do burguês capitalista. Para a esquerda, não se pensa sozinho: é a estrutura de uma classe que pensa por nós. É o materialismo histórico-dialético em sua essência.
Não existiria, portanto, o homem, esta entidade una, indivisível, com destino e escolhas próprias, e sim apenas o trabalhador, espoliado de sua natureza original pela aberração da cultura burguesa. Toda a família, a religião, a moral, os valores, os símbolos, a cultura e o pensamento burguês, já que a História é a luta de classes, seriam apenas fingimentos e disfarces para que todo burguês proteja seus interesses egoístas e exploradores e avilte e humilhe o trabalhador com sua iniquidade.
Todos os burgueses seriam estes monstros a serem eliminados pelo socialismo, exceto o burguês que criou a teoria e aqueles que a seguiram, claro.
Este é o chamado “pensamento classista”, tão ensinado por “entidades de classe”, ou seja, sindicatos, ONGs e ferramentas de tomada de poder político que dizem representar não alguém que lhes delegue poder via representação, mas simplesmente toda uma “classe” escolhida a dedo – e falando em nome dela, supostamente.
É o que liberais chamam de “coletivismo”, os seres humanos tratados como um rebanho de figuras anônimas, que apenas seguem a manada de sua “classe” – sem que se perceba que quem declara isso, tentando enxergar “valores de classe média”, “vontade popular” ou outros conceitos radicalíssimos tratados com normalidade, são invariavelmente pessoas que pertencem a uma classe mais abastada, mas que tem empatia com uma classe distinta – todavia, continua pregando que todos os que pertencem a uma “classe” só têm interesse em proteger a sua própria classe, e que apenas ele, por milagre ontológico na nervura do real, acabou escapando à repetição do círculo.
Seriam os velhos radicais, que, segundo a visão corrente da história, copiada por jornalistas, intelectuais e outros bem-pensantes “críticos”, tiveram um papel menor na política nacional e internacional em tempos recentes – justamente quando vários de seus asseclas tomaram o poder nas últimas duas décadas.
Contudo, o pensamento classista hoje deixou de ser coisa de radicais antiquados, sempre chamando genocídios de “outro mundo possível” – ou mesmo de “luta contra a ditadura” e até “democracia”, quando convém.
Hoje, julgar motivações, vontades, interesses, movimentos e até pensamentos de alguém por sua “classe” virou rotina no jornalismo, na academia, no governo. Sobretudo nos últimos anos.
Fala-se em “classe trabalhadora” (visto que “proletário”, além de ter saído de moda, se provou uma palavra datada tentando definir como arauto do fim do capitalismo justamente a classe que o capitalismo tratou de enriquecer e fazer deixar de existir) contraposta à “classe média” – como se esta não trabalhasse – em estudos de sociologia, em discursos presidenciais, em análises jurídicas e econômicas, em qualquer discussão onde se espera uma certa normalidade sem tiroteios amalucados de conceitos maluco-beleza – e não se atina nunca para o fato de que tais vocábulos são, por si, mais extremistas do que o próprio Lenin.
Pior: pela taxonomia biológica, que organiza os seres vivos por características em comum, temos Reinos (Monera, Protista, Fungi, Plantae, Animalia), filos, classes, ordens, famílias, gêneros, espécies (nesta ordem). A comparação iniciada pela esquerda de pensar que existam “classes sociais” faz crer que seres humanos sejam mais capazes de trocar de espécie, de gênero ou de família do que de “classe”. Classe social, então, seria uma condição mais estanque, delimitadora e fatalista do que suas palavras equivalentes fora da taxonomia biológica.
A verdade dura é que ao contrário das sociedades de estamentos, de castas, de escravos ou outras formas de coletivismo inato, o capitalismo foi justamente o sistema econômico que destruiu o conceito de “classe”, tornando-o apenas uma faixa salarial temporária. Esta faixa é tão variável na vida conforme as escolhas do indivíduo que, num país de economia livre como a América, a maioria dos 20% que nascem em uma família da faixa salarial mais baixa pode fazer parte dos 20% mais ricos em uma década, conforme nos informa Thomas Sowell.
Quando falam em “classes” dentro do capitalismo, estão usando o conceito diametralmente oposto à realidade: é o único sistema econômico do mundo em que não há classes estanques, e sim variações salariais.
Tampouco é a classe “burguesa” (ou seja, comercial) a classe média, com a “classe alta” sendo dominada por nobres. Qualquer telespectador de Downtown Abbey sabe que há muito o capitalismo conseguiu tomar o lugar da nobreza, hoje muito mais simbólica e cultural, em países em que ela ainda existe.
Os homens mais ricos do mundo, ao contrário do que é ensinado nas nossas escolas, não são os bem nascidos: são os criadores de ideias, muitos que passaram anos numa garagem, que ganharam muito com seu trabalho inovador. A pobreza (e mesmo a riqueza) no capitalismo não são destino. Em todos os outros sistemas, e sobretudo no socialismo, são a condição fatal e única de toda a vida de um ser humano.
O conceito de classe foi sempre “retrabalhado”, para não soar ridículo, pela esquerda do século XX. Primeiro, invertendo a “superestrutura” com a “infraestrutura” do radical original, criando coisas como a Escola de Frankfurt. No meio do caminho tivemos pensadores como E. P. Thompson, que concluiu ser impossível diferenciar um burguês de um proletário, enquanto repaginadores mais modernos, como Ernesto Laclau, já sabem que apontar um grupo de inimigos escolhido a dedo como uma “classe” e nomeá-lo assim é que faz aquela classe “existir”. Exatamente o que acontece hoje no Brasil.
Quando o conceito de “classes sociais” é exposto em sua história, seus interesses próprios e suas premissas ocultas, soa sempre ultra-radical e ultrapassado – ainda mais atrelado a seus sub-conceitos, como “consciência de classe”, “interesse de classe” etc.
Todavia, ainda é a norma (e tratado, justamente, como normal, como se fosse um fato, tratando como extremista quem o nega) para se fazer análises de temas sociais.
E conceitos coletivistas, deterministas, fatalistas e criados por teóricos que promoveram o maior genocídio da história mundial ainda subsistem mesmo em análises as mais prosaicas.
Ou ninguém conhece hoje a forma como a população urbana julga pessoas com termos “denigritórios” como “coxinha”, analisa movimentos afirmando algo sobre a cor da pele, a faixa salarial ou o local de trabalho das pessoas (até termos como “traição de classe” são encontrados no jornalismo), ou ainda como universitários e intelectuais não enxergam seres humanos com sua dialética própria, mas sim apenas “classes” que, supostamente, deveriam se odiar e se matar para fazer a história andar – e, sempre, sem perceber que fazem parte da mesma classe que estão jurando de morte?
Enquanto o conceito de classe não cair, ainda será tratado como uma normalidade e um fato, simplesmente por pessoas demais repetirem as mesmas palavras. É a crença do vulgo, o novo ópio das massas – e um “intelectual” hoje costuma ser apenas alguém que sabe mover alguém com tais termos, usando-os como chicotes.
No dizer iconoclasta de Nietzsche, “nunca nos livraremos de nossos deuses enquanto não nos livrarmos de nossa gramática”.

A doutrinação comunista em sala de aula

“Nunca deixei que a escola interferisse em minha educação”. (Mark Twain)

Qual é o papel da escola e dos professores? Qual é a distinção entre ensino e educação? Deve o professor assumir um papel de educador, ou sua função é basicamente a de instruir seus alunos com o máximo de conhecimento possível para facilitar seu sucesso no mercado de trabalho?
Estas são questões de fundamental importância, especialmente no momento atual, em que vemos tantos professores se arrogando o papel de educadores, incutindo valores morais (ou imorais) na cabeça de seus alunos, tentando, como colocou o novo ministro da Educação, “conquistar mentes e corações” durante suas aulas.
Historicamente, todo governo autoritário começou tentando enfraquecer a influência da família, instituição que invariavelmente representou um enorme obstáculo às pretensões totalitárias dos tiranos. Usurpar, portanto, o papel de educar os próprios filhos é um objetivo antigo de todo aquele que pretende conquistar o poder e controlar os demais.
Sobre esse assunto, li e recomendo o livro Professor não é educador, de Armindo Moreira. São apenas cem páginas, com algumas pitadas de humor e diálogos entre pais de alunos e diretores ou professores que retratam a mentalidade vigente em nosso país, que confunde instrução com educação.
Moreira foi professor por décadas, em vários países, e conhece a fundo o tema. Seu ponto de vista merece reflexão. Para ele, educar é “promover, na pessoa, sentimentos e hábitos que lhe permitam adaptar-se e ser feliz no meio em que há de viver”. Ou seja, são os valores transmitidos basicamente pela família.
Já instruir é “proporcionar conhecimentos e habilidades que permitam à pessoa ganhar seu pão e seu conforto com facilidade”. Por essa diferença nos conceitos é que conhecemos pessoas instruídas e mal educadas, assim como pessoas analfabetas com educação.
A confusão entre os conceitos interessa, a princípio, aos governantes autoritários. Cabe ao governante, no máximo, oferecer instrução ao povo. Mas sua tentação é trocá-la por educação, pois assim pode mentalizar suas vítimas para que aceitem mais docilmente o fascismo (considerando que o socialismo também seria uma forma de fascismo).
Quem ama, educa, diz o título de um livro de Içami Tiba. E é isso mesmo: educar exige amor, sacrifício, foco no longo prazo, características que normalmente apenas os pais possuem em relação aos seus filhos. “Exigir que o professor seja educador”, diz Moreira, “é exigir que ele ame o aluno”. Como cobrar tal sentimento de um profissional que trabalha em troca de um salário?
“Educar é missão própria dos pais. Mais que pão, os pais devem dar educação aos seus filhos”, escreve. Educar não é tarefa fácil. Não pode ser delegada a qualquer professor, sem falar que o aluno terá, no decorrer de sua vida, inúmeros professores. A educação exige um mínimo de coerência, de consistência. Além disso, é um direito básico dos pais escolher qual tipo de educação seus filhos terão, que valores morais e visões de mundo lhes serão passados.
A tese que transforma o professor em educador pode dar uma aura de prestígio ao professor e um alívio de responsabilidade aos pais, mas prejudica principalmente os alunos. O professor não tem como evitar o fracasso nessa missão, e os pais que delegam tal responsabilidade pagarão com o sofrimento posterior, quando ficar claro que os professores não tinham a capacidade para educar seus filhos.
Educação não é algo que possa ser delegado impunemente. Mas o sonho de todo fascista é assumir essa tarefa no lugar das famílias, para que a menor margem de decisão possível caiba aos indivíduos. E “para que o povo aceite viver nessa condição de pouca ou nenhuma participação no poder, é preciso fazer a cabeça do povo, massificá-lo, ‘ideologizá-lo’”, conclui Moreira. A escola passa a ser um instrumento disso.
Por exemplo: instruir os alunos sobre sexo seria lhes ensinar sobre a anatomia do corpo humano, a fisiologia da reprodução humana, temas científicos necessários para a aprendizagem de todos. Já os juízos de valor sobre o uso do sexo não deveriam ser matéria para sala de aula, pois dão margem ao abuso de autoridade, à imposição de uma ideologia, de um valor moral que ultrapassa os limites do professor e avança sobre os dos pais.
Outro caso claro de interferência ideológica nas salas de aula é a constante repetição de que todos os males são culpa da “sociedade”, eximindo os indivíduos de responsabilidade. Em vários trechos o autor destaca esse tipo de mensagem que se encontra espalhada pelas nossas escolas, por professores que parecem agir mais como militantes de uma ideologia do que como instrutores.
“A culpa é da sociedade”, assim como o análogo “a culpa é do sistema”, significa uma transferência indevida de responsabilidade de agentes concretos para abstrações, uma desculpa perfeita para os criminosos e malfeitores. No entanto, é isso que tem sido dito e repetido por muitos professores em sala de aula. Moreira ironiza: “Fico pensando que o famigerado sistema é o marido da D. Sociedade. Eta! Casalzinho tinhoso…”
Um terceiro exemplo de interferência indevida das ideologias no ensino é o que se chama de “preconceito linguístico”. O papel do professor de Português é ensinar o aluno a ler e a escrever direito. Mas os “educadores” não pensam assim. Muitos defendem o uso de gírias, corruptelas e linguajar chulo como uma maneira legítima de uma pessoa se expressar.
Tais formas de expressão seriam marginalizadas pelos puristas da língua, pela elite preconceituosa. Rejeitá-las “equivale a marginalizar seus usuários – que, em geral, são as pessoas mais pobres”. Pronto! Temos mais um caso de marxismo invadindo a sala de aula, e prejudicando justamente os mais pobres, como sempre. Ao aprender uma língua fora do padrão, incorreta, o aluno carregará para sempre essa limitação e o estigma de incapaz, o que poderá lhe custar o emprego no futuro.
No mais, se não é necessário ensinar o uso correto da língua, então por que precisamos de uma professora com curso superior? Uma zeladora analfabeta poderia fazer igualmente o trabalho, ou até com maior capacidade, já que está mais próxima da “linguagem do povo” (vista, aqui, como a dos menos instruídos). Esse tipo de mentalidade apenas reforça a dicotomia entre “dominados” e “dominantes”, tudo porque esses professores se enxergam como “educadores”, e não como quem deve simplesmente instruir de maneira adequada.
Moreira descreve no livro o que chama de “intelectual subdesenvolvido”. Seria aquele que: 1. opina sobre assunto que não domina; 2. assume cargos para os quais é incompetente; 3. alinha sempre com o mais forte (apesar do discurso contrário); 4. é provinciano, exalta e macaqueia o que se faz em país rico (ainda que adore odiar tais países); 5. produz pouco mas quer salário bom; 6. prega democracia, mas conchava para impor candidato único; 7. prega igualdade, mas luta por privilégios; 8. obedece ao chefe e despreza a Lei. Em seguida, ele pergunta: se houver educadores com estas características, como fica o ensino?
Pois é. Nós, brasileiros, sabemos bem a resposta. Afinal, nosso sistema de ensino está repleto desses “intelectuais subdesenvolvidos” que, ainda por cima, se consideram educadores, em vez de professores. A politização e a ideologização de nosso ensino é um dos grandes males que assolam o país e ameaçam nosso futuro. Para Moreira, é preciso “subtrair o ensino à influência dos governos”. E ele vai além: “Deveria desaparecer o Ministério da Educação”.
Quando lembramos que alguém como Renato Janine, o professor de Ética que defende os corruptos do PT, é o ministro da Educação, e que alguém com este perfil poderá estar educando os nossos filhos, só podemos concordar com o professor Moreira. Chega de educação estatal. O que queremos é instrução de boa qualidade, e deixem que da educação cuidamos nós, os pais!
Rodrigo Constantino

fora dilma dia 12 abril 2015 curitiba e paraná querem dilma e lula na cadeia

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parabéns a todos os curitibanos honrados que participam conosco nos protestos contra a corja suja do pt e seus acólitos,queremos a segurança do direito,direito a propriedade,direito de livre manifestação do contraditório e principalmente moralidade na política,e claro fora dilma e toda a súcia comunista.











A patrulha dos doutrinadores marxistas - por rodrigo constantino

rodrigo constantino


Publiquei um desabafo de um aluno da PUC aqui, cansado da doutrinação ideológica de militantes disfarçados de professores, e a carta teve enorme repercussão. Milhares de curtidas e compartilhamentos por parte daqueles que se sensibilizaram com o rapaz, pois sabem como essa doutrinação ideológica campeia em nosso país, mesmo nas universidades particulares.
Mas claro que houve reação do lado de lá também. Afinal, é uma patota organizada, seguindo os passos de Gramsci há décadas, e disposta a lutar ferozmente, a fazer o “diabo” para não perder sua hegemonia no sistema de ensino brasileiro. É um dos mais importantes pilares do avanço socialista por aqui.
Por isso a turma organizada já saiu em defesa da professora, transformada em vítima de uma direita raivosa e autoritária. Ela teria sido “agredida” pelo “blogueiro da Veja”, sendo que o texto sequer é de minha autoria, e sim de um aluno dela cansado de “aprender” sobre a importância do MST em vez de ter aula de Direito.
O mais canalha em seu discurso é que usam um princípio caríssimo aos liberais para se protegerem: o pluralismo de ideias. Numa inversão pérfida dos fatos, defendem-se alegando que a direita quer impedir a manifestação de opinião divergente, e que universidade é local para o aluno ser exposto a todo tipo de ideia mesmo, incluindo a socialista. Quem nega isso?
Óbvio que se trata de um estratagema que procura desviar a atenção justamente para o fato de que esta esquerda se nega a praticar o pluralismo. Ora, ninguém está falando que uma professora não pode falar do MST ou mesmo convidar um membro do MST para uma palestra, ainda que isso seja realmente estranho em aulas de direito, principalmente se tiver um viés favorável aos invasores que desrespeitam o direito básico de propriedade.
O que se acusa é exatamente o fato evidente de que esses “professores” jamais trazem aos seus alunos o outro lado. Trata-se de um monólogo, de um viés escancarado, de puro proselitismo. O contraditório raramente é estimulado. O que esses “professores” fazem é campanha partidária e ideológica disfarçada (ou nem tanto) de aula. E isso é, inclusive, crime!
A reação afetada da patota é hipócrita, pois seletiva. Os mesmos que se protegem atrás do argumento do pluralismo subiriam em suas tamancas se um professor chamasse um “milico” para defender o regime militar, por exemplo. Ou se um professor convidasse Jair Bolsonaro para uma exposição e houvesse claro clima de intimidação aos oponentes.
Um peso, duas medidas: a marca registrada dos canalhas. O “pluralismo” de ideias que pregam é da boca para foca. Não aceitariam jamais o mesmo sendo feito do outro lado. Gozam de um salvo-conduto, pois são os “progressistas” que, afinal, desejam a “justiça social”, e por isso podem chamar até mesmo bandidos para “palestrar” em faculdades privadas, alegando depois que estão somente apresentando pontos de vista diferentes aos alunos.
São, em português bem claro, pulhas. Mas são esses pulhas que, infelizmente, dominam o ensino no Brasil há décadas. Poderia ter um resultado diferente?

estudante relata a patrulha ideológica marxista na faculdade,professores entorpecendo alunos com lixo comunista,segue abaixo:

Sou um aluno de 18 anos de Direito da PUC-RJ, onde curso desde o ano passado uma das faculdades mais conceituadas do ramo. Não é a primeira, nem a segunda, e infelizmente também não será a última vez em que fico enojado com alguns fatos que lá ocorrem. São muitas (para não dizer a maioria) as aulas que tendem ao lado negro da sociedade, o esquerdo, que nunca deu certo em local algum e infelizmente ainda é inocentemente acreditado por certos indivíduos. Porém, ao longo da última semana, refleti e, com base no que aconteceu no dia de hoje, coloquei em prática a minha vontade de escrever para o blog.
Na terça-feira passada, na aula da Professora Mariana Trotta, que leciona a matéria “Sociologia do Direito/Administração da Justiça”, ao chegar à sala de aula, me deparo com um aviso de mudança de local da classe. Naquele dia especificamente, teríamos que ir assistir a uma palestra que abordava os movimentos feministas, negros, homossexuais, transexuais, entre outros do gênero. Nada tenho contra esses movimentos e suas causas; porém, aula é aula e palestra é palestra. Fui à faculdade para ter aula e fui obrigado a assistir a um “debate” (assim chamado por elas), que nada mais era que um cafezinho entre colegas. Cinco pessoas que tinham vontades e discursos no mínimo semelhantes, com base no xingamento ao “machista opressor” (expressão completamente banalizada e ridicularizada). Não foram todas as integrantes da bancada que utilizaram o termo, mas ele foi empregado, como sempre. Porém, apesar de ao final termos direito a perguntas, eu nada podia fazer e interferir.  Todos os integrantes daquela sala (e não eram poucos) tinham que ouvir apenas as ideias delas, sem possibilidade de confrontos ou debates, já que partilhavam de opiniões similares. Não havia ninguém na bancada que viesse a contestar algo dito por alguma delas; repito a expressão: era um cafezinho entre amigas ou algo parecido com isso, mas jamais um debate.
Além disso, para que possamos passar de período na PUC-RJ, devemos comparecer a pelo menos 75% das aulas. No caso específico dessa matéria, que só temos uma vez por semana (totalizando dois créditos), quatro é o número máximo de ausências ao longo de todo o período. Logo, não posso me fazer ausente delas, pois se faltar três outras quaisquer aulas, estou reprovado. Dessa forma, interessado em aprender a respeito da sociologia do direito e a administração da justiça, sou coagido a ver um fraquíssimo “debate” desse nível. Inclusive, a primeira prova dessa matéria ocorre na semana que vem e nas duas aulas anteriores, debates ideológicos e parciais foram infelizmente realizados, prejudicando o aprendizado.
Porém, o pior ainda estava por vir, e aconteceu no dia de hoje. Depois da triste experiência da 3ª feira passada, cheguei à faculdade achando que não teríamos um novo “debate”, mas, enfim, uma aula. Ao subir o elevador, descubro que novamente não teríamos uma aula, mas sim outra palestra.
O tema seria o “Novo Código Florestal e a Reforma Agrária” (link do evento no Facebook) . Além de professores da casa na bancada, representantes do MST também palestraram. Alguns dos clássicos bonés vermelhos também podiam ser vistos dentro da sala. Novamente, não sou contra a defesa das causas que acham justas, pois todos temos liberdade de defender o que achamos que deve ser defendido, mas sou contrário ao modus operandi do “exército de Stédile”, como dito por Lula. É curiosa a existência desse “exército”, que é defendido e válido no processo revolucionário, mas desencorajado pelo próprio Stédile, militante do desarmamento, no futuro. É mais uma das tantas hipocrisias da esquerda. Por fim, novamente, só um lado teve a possibilidade de se manifestar, o que não caracteriza um debate. Além de professores da casa e um técnico do INCRA, pelo menos dois membros do MST tiveram voz ativa para que suas ideias pudessem ser expostas sem confrontos ou questionamentos. Por fim, ainda defenderam a trágica e lamentável ocupação em Itapetininga (SP) em uma fábrica de papel e celulose.
É triste ver esse processo de ideologização tomando conta das escolas e faculdades do país. Órgãos golpistas como o MST, financiados pelo governo, além de ideias pré-históricas como as de Luciana Genro, Jean Wyllys e o partido auxiliar do PT que promete socialismo aliado à liberdade vão cada vez ganhando mais força entre os jovens, assim como Gramsci pregava. A escola é para instruir os alunos, não para educar. A educação se dá em casa, com os pais, e é justamente um dos maiores empecilhos que os governos ditatoriais encontram e tentam de qualquer forma “ideologizar”, como está acontecendo em nosso país. É preciso dar um basta nessa situação: nossas crianças e jovens não merecem e não devem ter influências partidárias. Cada um deve ter a liberdade de ler, adquirir conhecimento e se descobrir política e ideologicamente.

esquema de corrupção e propina no ministério da saúde e caixa economica federal

A Operação Lava Jato da Polícia Federal detectou um esquema de repasse de dinheiro realizado por uma agência de publicidade contratada pelo Ministério da Saúde e pela Caixa Econômica Federal para duas empresas de fachada ligadas ao ex-deputado petista André Vargas, preso nesta sexta-feira, na 11ª fase da operação, batizada ‘A Origem’.
Segundo a PF, a agência Borghi/Lowe, com filiais em São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro, repassava 10% dos ganhos a título de bônus de volume a empresas de Vargas e seu irmão, Leon, também preso nesta sexta em sua casa no Paraná. O publicitário Ricardo Hoffmann, diretor geral da agência, também foi preso temporariamente.
Os valores totais dos repasses como bônus ainda estão em apuração. Desde 2011, a Borghi/Lowe recebeu do governo federal 112,8 milhões de reais em pagamentos referentes a campanhas desenvolvidas para o Ministério da Saúde, de acordo com dados do Portal da Transparência. O contrato foi assinado em 2010. “A princípio esse bônus ia para os políticos”, disse o delegado Márcio Anselmo, que conduziu a investigação. “Ainda não dá para estimar os valores porque dependemos das buscas de hoje.”
A PF identificou a operação como um crime de lavagem de dinheiro. Produtoras subcontratadas pela Borghi/Lowe para gravar filmes publicitários e spots de rádio do Ministério da Saúde e da Caixa faziam pagamentos de comissões por volume, orientadas pela agência, às empresas fantasma de Vargas. Na prática, em vez de pagar o bônus à agência principal, prática comum no mercado da publicidade, as produtoras subcontratadas pela Borghi/Lowe – e que de fato prestavam serviços – pagaram para as duas empresas de Vargas e seu irmão. As produtoras serviram para intermediar pagamentos ao deputado. Por meio de suas empresas, o ex-deputado emitia notas frias, ou seja, de serviços que não foram prestados. As empresas dos irmãos Vargas não tinham sede nem funcionários, segundo a PF.
“Essas empresas não existem fisicamente e recebem um percentual equivalente a 10% do contrato firmado com a empresa principal. Então, tudo nos leva a crer que seja um percentual a ser desviado para o agente público”, disse o delegado Igor Romário de Paula, da Delegacia Regional de Combate ao Crime Organizado. A Caixa informou nesta sexta que abrirá uma investigação interna para apurar os fatos revelados pela Lava Jato. O banco ainda afirmou em nota que colaborará integralmente com as investigações, encaminhando imediatamente todos os contratos relacionados às empresas citadas à Controladoria-Geral da União, Polícia Federal e Ministério Público”.
Os investigadores encontraram um repasse de 2,4 milhões de reais do doleiro Alberto Youssef para o irmão de Vargas, por meio de uma consultoria da contadora Meire Poza. Uma casa de alto padrão em Londrina (PR) foi registrada no nome da mulher de Vargas, que não tinha lastro financeiro para a aquisição, em 2011. O imóvel custou 980.000 reais. A Justiça Federal decretou o arresto da residência.
Vargas já era investigado por tráfico de influência em associação ao doleiro para beneficiar o laboratório Labogen Química Fina em parceria com o laboratório da Marinha, para firmar um convênio de 135 milhões de reais no Ministério da Saúde. Servidores do ministério serão ouvidos pela PF tanto por causa dos contratos de publicidade quanto pelo convênio do Labogen.
Argôlo e Corrêa
Nesta sexta-feira, a PF deflagrou a 11ª fase da Lava Jato e sete pessoas foram presas, entre elas o ex-deputado Luiz Argôlo (SD-BA). Já foram cumpridos catorze mandados de busca e apreensão dos dezesseis autorizados pelo juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba (PR). Contra Argôlo, a PF tem indícios de que ele emitiu notas fraudulentas para simular pagamentos e receber repasses de dinheiro e era sócio de Youssef em uma empresa de locação de máquinas e equipamentos. Além disso, ele pediu dinheiro emprestado a Youssef para quitar a compra de um helicóptero. A aquisição terminou feita pelo doleiro, que emprestou a aeronave ao ex-deputado, conforme seu depoimento.
Moro também decretou a prisão preventiva do ex-deputado mensaleiro Pedro Corrêa. Como ele cumpre pena em regime semiaberto em Pernambuco, o juiz federal solicitou ao Supremo a transferência do mensaleiro para Curitiba. Segundo o delegado Marcio Anselmo, um laudo pericial comprovou depósitos de Youssef em contas de Corrêa e assessores dele no PP, bem como evolução patrimonial incompatível.

Youssef pagou R$ 2,3 milhões a André Vargas ex PT


A Polícia Federal tem provas de que a lavanderia de dinheiro do doleiro Alberto Youssef --peça central da Operação Lava Jato-- foi usada pelo ex-deputado federal do PT André Vargas (sem partido-PR), entre 2013 e 2014, para o recebimento de R$ 2,3 milhões em dinheiro vivo.
São notas fiscais, registros de depósitos e trocas de e-mails envolvendo a contadora do doleiro, Meire Poza, e a IT7 Soluções, empresa que tem contratos milionários com órgãos públicos, em especial a Caixa Econômica Federal, o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), vinculado ao Ministério da Fazenda, entre outros.
Só da Caixa foram mais de R$ 50 milhões recebidos em 2013. Com escritório no Paraná, a IT7 é administrada por Marcelo Simões, mas controlada pelo ex-deputado e por seu irmão Leon Vargas, segundo sustentam investigadores da Lava Jato.
A IT7 declarou receita de R$ 125 milhões entre 2012 e 2013. A Receita Federal aponta "expressiva movimentação comercial e bancária" ao analisar as fontes pagadoras da empresa e destaca que é possível observar que entre os principais clientes estão "entes públicos, empresas públicas e estatais federais e estaduais".
Vargas e seu irmão Leon foram dois dos sete presos na última sexta-feira, alvos da nova etapa da Lava Jato, batizada de "A Origem", 11ª fase da investigação que mira em contratos de publicidade de órgãos públicos, inclusive na Petrobras - estatal em que um núcleo de empreiteiras teriam formado cartel para assumir o controle de contratos bilionários entre 2003 e 2014.
Além de Vargas, outros dois ex-deputados federais, Luiz Argôlo (SD-BA) e Pedro Corrêa (PP-PE), foram presos na sexta-feira. Os ex-parlamentares são investigados por suspeita de corrupção e lavagem de dinheiro.
Segundo revelaram Youssef e sua contadora em depoimentos à Polícia Federal, o irmão de Vargas pediu no fim de 2013 que fosse disponibilizado, em dinheiro, o valor de R$ 2,3 milhões. Os pagamentos foram feitos pela IT7 para duas empresas (Arbor Contábil e AJJP Serviços Educacionais) da contadora do doleiro. Para isso, foram emitidas duas notas nos valores de R$ 964 mil e R$ 1,4 milhão, ambas no dia 27 de dezembro de 2013.
As notas foram emitidas por serviços que nunca foram prestados, segundo os investigadores da Operação "A Origem".
Por ordem do doleiro, Meire recebeu e sacou os valores para serem disponibilizados em dinheiro vivo para Vargas entre janeiro e fevereiro de 2014. Na época, ele era vice-presidente da Câmara e secretário de Comunicação do PT.
Foram anexados ao pedido de prisão de Vargas e Leon as trocas de e-mails em que os dois representantes da IT7, Leon e Simões, pedem a emissão das duas notas fiscais para a contadora. "Há prova de que Youssef providenciou, em dezembro de 2013, o repasse de R$ 2,3 milhões em espécie a André Vargas, numerário este proveniente de empresa que mantém vários contratos com entidades públicas", registrou o juiz federal Sérgio Moro, que conduz os processos da Lava Jato, ao determinar a prisão preventiva de Vargas. "O que foi feito mediante emissão de notas fiscais fraudulentas por serviços que não foram prestados."

Irmãos Vargas foram 28 vezes a escritório de doleiro em SP


O ex-deputado André Vargas (sem partido-PR) e dois de seus irmãos - um deles preso pela Operação Lava Jato na sexta-feira, a exemplo do ex-parlamentar - estiveram 28 vezes em escritórios do doleiro Alberto Youssef, peça central do esquema sob investigação. As visitas ocorreram em São Paulo, entre junho de 2011 e fevereiro de 2014.
O dado consta de um documento com análise das visitas monitoradas nas portarias dos prédios em que Youssef tinha escritórios. Um fica na avenida São Gabriel, na zona sul, em nome da empresa JPJPAP Assessoria e Participações, e outro na avenida Paes de Barros, região leste, em nome da empresa GFD.
Vargas é suspeito de corrupção e lavagem de dinheiro em quatro frentes que envolvem contratos da Caixa Econômica Federal, Ministério da Saúde e Petrobras. O ex-deputado visitou pelo menos quatro vezes o escritório que Youssef mantinha na São Gabriel, entre junho e dezembro de 2011. Neste ano, a IT7 Soluções - uma das três empresas controladas pelo ex-parlamentar - faturou R$ 48 milhões, principalmente de órgãos de governo.
Relatório da Polícia Federal mostra que Leon Vargas, irmão do ex-deputado preso na sexta-feira, foi o que mais esteve no escritório de Youssef. Foram 18 visitas entre abril de 2013 e fevereiro de 2014.
A defesa do ex-deputado nega qualquer envolvimento com irregularidades. Seus advogados querem o relaxamento da prisão do ex-parlamentar. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

curitiba fora dilma 15 março 2015










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